11 de abril de 2011

O quarto "eFe"

A partir de amanhã o país dos 3 eFes (Fado, Futebol e Fátima) passa a ter mais um: o FMI! Claro que a importância do eFe de Futebol será o verdadeiro garante do Fundo de Estabilidade Mental do povo! E como "não há duas sem 3" enquadra-se esta vinda como parte do fado e pede-se ajuda a Nª Srª de Fátima para os tempos que se avizinham porque afinal "tudo isto existe, tudo isto é triste, tudo isto é fado!" (E como o FMI chega com o sol, esqueçamos o raio do IVA e pensemos nos raios UV que, à semelhança da dívida, estão altos mas dão trabalho ao bronze!)

17 de fevereiro de 2011

O bilhete da liberdade na saúde e na doença

Hoje é tudo mais limpo e mais distanciado… Os hospitais têm parques de estacionamento de superfície e subterrâneos, já não há nervos para encontrar lugar cá fora, deixar o carro semi‑pendurado numa árvore, ter de ir de táxi ou de autocarro, aumentando a angústia do momento da consulta externa, ou da visita… Hoje chegamos e partimos como quem paga um bilhete de estacionamento que se guarda em sítio seguro, pois é o garante que vamos por pouco tempo…Hoje os hospitais são centros comerciais de doença, públicos ou privados e patrocinados por bancos que ditam a cor das instalações.
Quem vai por mais tempo tem de fazer os preparativos inerentes à viagem pela doença - Faz a mala, deixa o carro e pede uma boleia ou chama um táxi e, em casos mais difíceis, deixa a casa limpa e os papéis em ordem… Dizia-me a minha avó materna que sabemos sempre quando saímos de casa mas nunca sabemos quando vamos regressar! Dizia-o numa tentativa de estimular que deixássemos a casa arrumada para não “parecer mal” se tivéssemos de entrar com visitas inesperadas mas, num sentido mais profundo, tinha muita razão, a avó Isabel, e muitas vezes me lembro das suas palavras!
Ultimamente, por força da vida e das doenças, tenho visitado hospitais, clínicas, centros de saúde e instituições médicas em geral… Desde o final de Dezembro tenho tomado contacto com inúmeras realidades: O Hospital-hotel; o Hospital-público; o centro de saúde do bairro; a clínica de radiologia… Tenho ido nas diversas qualidades: visita, doente, acompanhante. Porém, o único denominador comum é que posso sempre levar o carro, posso sempre sair passado algum tempo e essa liberdade da saída marca a fronteira entre a saúde e a doença…
Ter alta é uma coisa maravilhosa, poder passar os portões de um hospital e deixá-lo para trás, ainda que seja por umas horas ou um dia, é sempre um momento de libertação! Quando fui mãe o momento que mais me comoveu não foi o dia do nascimento das minhas filhas, foi o dia em que mas deixaram levar para casa… Lembro-me de subir muitas escadas chorando em silêncio, de alegria. Os hospitais, independentemente de terem melhores ou piores condições são espaços de limite, de grande dor, mas também de grande alegria: a dor da perda, do desengano, do desconsolo de ter chegado ao fim das soluções e a cura não aparecer, a alegria de ter enganado a doença, de ter adormecido o mal, de ter vencido a morte, ou de ter uma nova vida nas mãos!
Passo os portões à entrada nos hospitais e sinto que vou de encontro a edifícios cheios de desilusão e esperança e cada vez que o faço esforço-me por não pensar muito nisso, para não ser piegas, porque a saúde e a doença necessitam de optimismo e sentido de humor para não serem tão pesadas!
Às vezes penso que muito do heroísmo dos médicos advém da conquista diária de deixarem o hospital e recuperarem a liberdade. Nestes últimos dias tenho respirado fundo, num prazer egoísta, antes de passar os portões à saída, depois da hora da visita,  e nesses instantes o bilhete do parque transforma-se num passaporte para um mundo cheio de oportunidades!

25 de janeiro de 2011

Faz de Conta

O corte no ordenado... Já sabia há muito que ia ser menor, que ia ser um bocado grande mais pequeno (perdoem-me a contradição). Sempre que se trata de dinheiro, provavelmente por resquícios de uma infância em que a Matemática sempre fez sentido quando convertida em dados concretos - tens 10 chocolates e 3 amigos, o que fazes? - tenho tendência a converter o dinheiro no se poderia ter feito ou, neste caso, o que não vou fazer. Só quem não tem muito dinheiro consegue concretizar tão bem... Por isso é que os meus sonhos utópicos (porque não jogo) de ganhar o Euromilhões ficam sempre inacabados.., para o primeiro prémio. Será sempre mais fácil ganhar o 2º ou o 3º, ou mesmo o 4º prémio pois muito dinheiro acarreta responsabilidades pessoais e sociais maiores. Com muito dinheiro já não se ajuda somente a família e os amigos, existe a obrigação de ir mais longe e deve dar um trabalho dos diabos escolher uma causa boa, justa, livre e limpa!

Voltando ao ordenado: É menor, é como uma multa de excesso de velocidade que nos deixa a pensar: se eu tivesse passado mais devagar estaria agora 120 euros mais rica e até podia ter comprado aquele papel de parede extravagante com que ia forrar o WC! O problema é que, desta vez, recebo um corte salarial não por ter passado em excesso de velocidade, mas porque há muito que o país anda em excesso de despesa e optou pela via rápida de reduzir punindo os alvos mais a jeito: o belo funcionário público que no fim da conversa ainda remata: "ainda vamos tendo emprego é o que conta!" Pois para mim não conta!

Passei os últimos 18 anos a leccionar e a investigar, a apresentar as provas que me foram sendo solicitadas. Nunca subi na carreira docente por ter anos de serviço, mas por provas dadas. Aliás, ao contrário da maior parte dos funcionários públicos, eu e tantos outros como eu, continuamos sem ter o cargo assegurado - ainda este ano será, mais uma vez, reavaliada a minha relevância, após apreciação de um relatório de nomeação que talvez me vincule, não ao estado, à universidade onde trabalho há 18 anos, com excesso de horas lectivas, de alunos e de outros encargos burocráticos e com a pressão de ter de investigar e publicar pois tudo conta!

O corte no meu ordenado é dizerem-me "vá directamente para a prisão, sem passar pela casa partida!"

O corte no meu ordenado é uma forma de me dizerem que os 6 anos que investi no doutoramento me deram apenas 1 título, que agora se consegue em metade do tempo! Não tenho grandes hipóteses de progredir uma vez que as vagas são cada vez menores, pois o império das cotas impede a criação de novos concursos...

Fui uma aluna Erasmus, fiz uma licenciatura, um mestrado e um doutoramento pré-Bolonha e tudo isso me trouxe aos dias de hoje... ao corte orçamental que sofri. O que é que eu penso hoje, quando vejo o meu salário e o converto não em chocolates, mas em portagens, gasóleo e contas de casa de um agregado de 4 pessoas (dois adultos e duas crianças, em idade escolar)?

- Faz de conta que não fiz o doutoramento e que ainda sou assistente!

- Faz de conta que não tenho 156 alunos, múltiplas disciplinas diferentes anualmente, de primeiro e segundos ciclos e artigos para escrever, grupos de trabalho com projectos para apresentar, avaliações a que serei submetida...

- Faz de conta que está tudo bem!

Já não preciso de esperança, já só quero o sonho e talvez o esquecimento! Isso ou o 2º prémio do Euromilhões!

29 de outubro de 2010

Paul Auster, Velhos e o IKEA

Vai-me custar escrever este post, mas tem mesmo de ser, se eu não expulsar estas palavras da minha cabeça, vão continuar a assombrar-me de uma forma ainda mais permanente...
Tenho um trabalho, para o bem e para o mal, que tanto me obriga a levantar às 5h30 da manhã e me faz chegar às 22h30 a casa, como me permite utilizar a hora de almoço para fazer um intervalo da investigação caseira a que me dedico, nos dias em que não estou na estrada. Não acredito muito em grandes almoços, cada vez mais o almoço se tornou num momento de pausa, ou um seguimento natural do trabalho para acabar assuntos que, por vezes, ficam por tratar nas infindáveis reuniões.
Gosto de utilizar a hora de almoço para ir às compras, ao supermercado, ao Ikea,à mercearia, à Baixa... Faço-o com a convicção que a maior parte das pessoas está a almoçar e que os que fazem como eu estão ocupados, não andam propriamente a passear entre os enfeites de Natal e as garrafas de Vodka! Muitas das minhas incursões do almoço acontecem no Ikea: uns copos aqui, uns individuais acolá, uns pés para uma mesa ali...
Há cerca de um mês este casal chamou-me a atenção: velhos (não encontro eufemismos para a idade avançada)à hora do almoço, no snack-bar do piso térreo a almoçarem: Ela um galão, ele um galão e um cachorro de 50 cêntimos. Já sabia que o Ikea se tem vindo a tornar numa espécie de cantina da classe média, mas desconhecia esta vertente de dar pão aos mais desfavorecidos. Porém, que nada na minha descrição vos leve a formar um esboço de uns velhos indigentes. Nada disso! Classe média baixa, mas lavados e até articulados... Arquivei o pensamento de que o casal devia ir lá muitas vezes e, claro está (nem vale a pena tentar esconder isto de quem me conhece) da vez seguinte que tive de visitar o Ikea, há duas semanas, passei primeiro pelo snack bar. Estava a velha na fila, enquanto o velho estava sentado, no que hoje sei ser a cadeira do costume, à espera do habitual...Fiz uma coisa à Auster (digo, sem imodéstia, pois quem conhece o autor e as histórias perceberá já a analogia): Pedi comida e sentei-me numa mesa perto deles para os ver melhor... Falavam de dinheiro e presentes: A velha irritou-se com o velho, mas depois acalmou-se... senti vergonha e, pressionada pelo tempo que não tinha para novelas, voltei para casa carregada da vida dos outros e de umas lâmpadas de baixo consumo. Ontem fui comprar uns pés para uma mesa mas, acima de tudo, fui visitar os meus velhos... Cheguei mais tarde do que é costume, já por volta do meio-dia e quarenta e eles lá estavam, na mesma mesa, quase a terminarem. A dado momento o velho abriu a carteira, onde vi um BI vitalício - que este casal, de certeza que não sonha com o cartão de cidadão- e deu 10 Euros à velha... Depois de almoçarem levantaram-se e sentaram-se num dos bancos de jardim que existem em frente à zona das caixas e ali ficaram, a fazer a digestão da magra refeição e a comentarem a vida... Não me sentei com eles pois prefiro imaginar o diálogo, que na minha cabeça se torna infinitamente mais interessante.
Se forem ao Ikea de Alfragide, entre as 12 e as 13 devem estar lá, no seu lugar de sempre... Se eu tivesse tempo, se fosse verdadeiramente uma personagem de um livro de Auster, estaria lá todos os dias e no dia que um deles, ou ambos, falhassem, ficaria mortificada de preocupação. O que me impede de o fazer é apenas o que me impede de apanhar um avião e de me deixar engolir pelo mundo. O que me impede de o fazer é o mesmo motivo que faz o casal sempre voltar... A vida é mais fácil com rotinas!Ficamos fechados na vida e acreditamos que se dermos sempre os mesmos passos, ou se corrermos muito em direcção ao mesmo sítio, distraímos a existência.
Se forem ao Ikea e virem os velhos, lembrem-se que são meus e do Auster, e digam-me como estavam!

9 de agosto de 2010

Silly Season

Como recomeçar ao fim de quase um ano? Já nem sabia da password, nem me lembrava da conta de e-mail...
Escrevo pois a medo, com alguma vergonha de voltar, até porque cada vez mais acredito que nada merece muito ser dito...And Yet...But Still...à boa maneira de Beckett digo ainda!
A silly season mexe comigo... Passo quase 9 meses à espera dela (não da silly, mais da season, do bom tempo, sobretudo este ano em que o inverno foi especialmente duro para quem vive de humores atmosféricos). A silly season é, por definição, sinónimo de férias, chinelos, roupa inaceitável, (mas que se tolera porque está calor e estamos na praia) enterros famosos,incêndios, futebol e festivais de Verão e já me habituei a ficar totalmente hipnotizada com o tempo de antena que é dado aos presidentes de juntas de freguesia, aos comandantes dos bombeiros e à população em geral... Mas, este ano, a silly season apanhou-me de surpresa ao ouvir sotaque da Guarda em prime time, sem ser no Jornal da TVi, mas num programa da RTP1, apresentado por uma ex-modelo que nem na TV de Lepe teria lugar, de tão má que é, mas que pelos vistos foi escolhida por duas razões: a)ser ex-modelo; b)saber dizer adeus em língua estrangeira!Sempre vi o Project Runway com a Heidi Klum e apenas posso declarar que o nossa versão não é Project Runway antes Project Runaway!

16 de outubro de 2009

30 de setembro de 2009

16 de junho de 2009

13 de maio de 2009

Poupanças

Com a fúria da poupança, decidi começar a cortar nos posts...

30 de abril de 2009

CEDÊNCIA DE POSIÇÃO

Cede-se posição na lista de espera em 3 farmácias para 3 doses individuais de Tamiflu.
Para mais informações sobre preço, por favor contactar este blogue.

PS: Também temos máscaras para o rosto com motivos incas e pequenos porquinhos desenhados.

25 de abril de 2009

Ter um Hitler por cima da lareira...

Esta semana foram leiloados em Inglaterra e na Alemanha aguarelas cuja autoria está atribuída a Hitler. Em Inglaterra 13 aguarelas renderam 110 mil Euros, na Alemanha, mais precisamente em Nuremberga, duas aguarelas renderam 32 mil Euros. A base de licitação começava nos 3500 Euros mas, em alguns casos, chegaram aos 18 000 Euros.
O que é que as pessoas que compraram dizem: Tenho um Hitler em casa? E onde o penduram? Na sala, no Wc, ou no Bunker? Teriam de ser telas absolutamente excepcionais para que a arte ultrapassasse o desprezo e a beleza suplantasse o horror de se ter um Hitler em casa! Mas não são! Tratam-se de paisagens insípidas, pueris e inocentes datadas de 1914. Quando a 1º Guerra Mundial começava, Hitler pintava granjas, rosas e paisagens... Aparentemente as suásticas só vieram mais tarde, no seu período "mass-murderista"!

22 de abril de 2009

Rubina Ali

Falando em propostas indecentes: Rubina Ali, a menina do "quem quer ser Bilionário" foi alegadamente posta em leilão, pelo seu pai, por 200,00o libras. Segundo o progenitor seria a forma de "salvar" a menina e a família. Hollywood já veio em seu auxílio, o pai foi preso, e a menina será adoptada, mas free of charge. Segundo o pai, não se trata de uma menina qualquer, é a menina do filme do óscar, que se destacou num casting entre 1500!

A Índia é o país onde os casos de abandono de crianças do sexo feminino atinge proporções assustadoras. Tudo por causa do dote, do dinheiro que é necessário ter para pagar um marido! Conto estas coisas às minhas ocidentais filhas e percebo que temos sorte em ter nascido aqui, à beira mar-plantadas, eu e elas. Sempre se poupa no marido e se ganha em amor materno-filial!

Susan Boyle

O caso Susan Boyle anda por todo lado. O video da virgem de 47 anos que concorreu ao Britain's Got Talent teve mais visionamentos no Youtube que o discurso de tomada de posse do Obama (é certo que o Obama encantou, mas não cantou). De repente esta escocesa pacata é convidada para ir à Oprah, para filmar um video porno multi-milionário...

13 de abril de 2009

Acabei de escrever um post longo sobre a Tugolândia que, não sei como, apaguei a tentar formatar. C'est dommage!
É o apelo do alter-ego ao Silêncio no dia de aniversário do Beckett!
Fico à espera de Dias mais Felizes!

24 de março de 2009

Dia do Estudante

Hoje leio no Público o seguinte:

Estudantes saem hoje à rua para pedir o fim de Bolonha, das propinas e dos exames nacionais

Só tenho uma pergunta: Querem o quê?
Cursos com 5 anos, obesos de disciplinas, propinas inteiramente grátis com cupões de oferta, onde ainda são pagos por irem às aulas, e, em vez de exames, umas pequenas declarações de intenção de passar na disciplina, que podem ser enviadas online de qualquer cyber café?

É que, se querem sair à rua, eu até consigo arranjar argumentos melhores:
Melhor qualidade de ensino (que passa pelas instalações, mobiliário, cantinas, bibliotecas, salas de estudo, laboratórios, mobilidade de docentes e discentes e maior competência cientifico-pedagógica dos docentes, por exemplo)
Critérios mais rigorosos de selecção e avaliação dos alunos.
Competências mais direccionadas para o mercado profissional.
Aumento das bolsas de mérito por excelência de resultados obtidos.

20 de março de 2009

Discriminação Positiva = Oxímoro

5 de março de 2009

Chewing away...

Em tempos de crise, nada melhor que descobrir negócios à prova de falência. Acho que descobri um, à prova disso: As pastilhas elásticas. Não fazem mal, são baratas e ajudam a largar o tabaco, manter o hálito controlado depois da vinha d'alhos, ou do pimentão, a quebrar o gelo em momentos constragedores (quer uma pastilha?) e podem-se comer em qualquer lugar, desde que não seja de boca escancarada, para o vizinho não ter de ouvir o trabalho ruidoso que os maxilares e a saliva são capazes.
Deve ser por isso que cada vez existem mais variedades, sabores e embalagens.
Vivam as Pastilhas que, provavelmente, vão apresentar lucros positivos este ano!

4 de fevereiro de 2009

TRUE BLOOD

Antecipando o dia de S. Valentim, recomendo uma série de Alan Ball e da HBO (o mesmo dos 6 feet under) chamada TRUE BLOOD. Passa no MOV às 22 horas, às 3as feiras. Se quiserem saber mais é só clicar.

27 de janeiro de 2009

Pontualidade e Bruno Aleixo

Sou pontual. Encontros, trabalho, marcações de cabeleireiros, manicura, cirurgiões cardiovasculares, médico de família, aeroportos e afins, estou lá, à hora combinada, nem um minuto a mais, nem um a menos. Sei que isto em Portugal é considerado por muitos um defeito, uma obsessão paranóica, mas ganhei a boa prática de pedir desculpa por chegar a horas e escudar-me na maldita educação britânica que não tive, mas que acalma as pessoas que, de imediato, me passam a olhar com mais ternura e comiseração (tradução: menos ódio e desprezo).
Porém, ser pontual em encontros não quer dizer nada. No tocante a estar na vanguarda da informação fico para trás; Por exemplo, tudo o que diz respeito à televisão geralmente chego tarde. Só ontem soube que essa pérola da informação que é a Judite de Sousa entrevistou o Cristiano e eu não soube. Também só na semana passada descobri, por acaso, o programa do Bruno Aleixo. Claro que como boa obsessiva que sou já sei quase tudo o que há para saber e não resisto a partilhar convosco um único conselho, para aqueles ainda mais distraídos do que eu: Vejam que é uma coisa do além!
Entretanto, se alguém tiver gravado o Cristiano, a Cuga gostava muito de ver pois o Cristiano tem o seu valor e a gente temos de dar valor a quem tem o seu valor!

19 de janeiro de 2009

Daqui a umas horas...

Daqui a umas horas, across the Ocean, o mundo vai mudar porque o Obama vai chegar.
E os sinais da mudança já começaram a acontecer nos EUA:
- Em vez de terroristas, o inimigo são agora os bandos de gansos!
- Em consequência do terrorismo dos pássaros, um avião amarea e ninguém se aleija!
Imaginem depois de dia 20 o que virá...
Até Portugal parece ter algo a dizer, na versão canídea da coisa... Não deixa de ser curioso os portugueses comprarem pastores alemães, huskies, bulldogs, e estrangeirices de 4 patas afins e o futuro presidente considerar a hipótese de um cão português por não largar pelo e assim deixar longe as alergias. (Os portugueses sempre foram muito dados a não causarem alergias, é verdade!)
Confesso que estou expectante: God Save OBAMA! (and the Portuguese Poodle!)