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4 de fevereiro de 2009

TRUE BLOOD

Antecipando o dia de S. Valentim, recomendo uma série de Alan Ball e da HBO (o mesmo dos 6 feet under) chamada TRUE BLOOD. Passa no MOV às 22 horas, às 3as feiras. Se quiserem saber mais é só clicar.

7 de janeiro de 2009

Sem Título II


3 de janeiro de 2009

Sem Título


27 de outubro de 2008

Experiências

Um blog novo, com propostas apetitosas.

20 de outubro de 2008

Give me 5!

Adorei este site que de forma pragmática sintetiza o que há muito sei sobre este assunto perfeitamente fútil e distante das grandes questões da actualidade política e económica.

4 de janeiro de 2008

Labelling Life Away...




Um dos meus presentes favoritos!
Ando de Dymo em punho a etiquetar a vida: Das camisolas, às prateleiras, aos brinquedos, passando pelos cadernos e pela comida a congelar, tudo tem o seu label! Absolutamente maravilhoso! De fazer inveja a uma Bree Van de Kamp! Para mais info é só clicarem aqui

10 de dezembro de 2007

Falta-nos um bocadinho assim pequeno... (versão 2.0)

...para sermos como o resto da Europa. Sim, é verdade, já há uma Disney Store em Portugal (nesse monumento ao bom gosto que é a catedral do consumo lisboeta: O Colombo!)
Acabou-se o deslumbramento das idas à Disneyland Paris, das visitas a Oxford St ou a Convent Garden, ou até mesmo das incursões mais marginais a um centro comercial nos subúrbios de Madrid. Agora já temos o Pateta, o Donald e o próprio Mickey junto a nós.
Claro que o conceito Disney do momento não vive dos eternos, mas dos efémeros automóveis do Cars, das ratazanas do Ratatuie, dos Piratas das Caraíbas, e das princesas, muitas princesas com centenas de acessórios. A magia ao alcance de uma voltinha de metro, autocarro ou carro perde algum encanto, mas é o sinal dos tempos.
Pergunto-me se no dia em que abrirem as primeiras lojas Boots (nas Amoreiras) e Gap (na Av da Liberdade ) ou o primeiro Starbucks e a Muji (espero que no Chiado, que foi talhado para ambos) ficarei assim, com este misto de comoção e desilusão.
E se, de repente, só nos faltasse um Guggenheim às portas de Chelas, perto da Belavista, para acreditarmos que vivemos no paraíso... Que mais poderíamos desejar? Manolo Blahnik na Praça de Londres?
Depois da Fnac e do Ikea eu já não peço muito, apenas o Starbucks e a Muji, mas qualquer dia eles chegam e trazem, à semelhança do que acontece na Europa "evoluída, cosmopolita e consumista", uma câmara de vídeo em cada esquina para verificar o conteúdo do latte machiatto, ou a cor das recargas das canetas que levamos no saquinho de papel pardo!

8 de agosto de 2007

WEED

Uma série para consumir à vontade, sem criar dependência. Às segundas, dois episódios, na dois!

26 de julho de 2007

Death Proof

Confesso que estava com medo de não gostar, de passar um mau bocado, como no Lynch... Mas nada disso aconteceu. Tarantino sabe escrever guiões e delicia-se, tanto com as palavras como com a sua desconstrução. Só nos filmes de Tarantino os "low-life" articulam frases coerentes e plenas de inteligência emocional, desde Reservoir Dogs até Death Proof; só nos filmes de Tarantino a morte grotesca se converte em gargalhada! Só o Tarantino consegue ser "nerd" e simultaneamente "fashion"; Só o Tarantino consegue ser demodé e futurista; Só o Tarantino consegue fazer história com filmes esquecidos que venera!
Death Proof é uma ode a um cinema de velocidade, que idolatra carros e motores. O filme tem duas histórias e a segunda é uma "copy paste" da primeira, com um twist final. Na memória ficam referências óbvias e ostensivas para os fãs, como um toque de telemóvel com um tema da banda sonora de Kill Bill e várias revistas com a Kirsten Dunst a publicitar o Marie Antoinette de Coppola. Tudo é excesso: de palavras, de sangue, de música, de velocidade, de cortes propositados de montagem...
Para alegrar ainda mais, vi o filme numa sala Lusomundo, à tarde, sentada à frente de duas pessoas obesas mórbidas que falavam uma língua "de leste" e que íam arrotando e suspirando (dependendo se bebiam mais um trago de pepsi, ou se viam mulheres no ecrã). Foi como se o Homer Simpson, em todo o seu esplendor de alarvidade de sofá, tivesse saído da tela da sala ao lado para se sentar atrás de mim... Foi maravilhoso! Cheguei mesmo a pensar que aquilo também era obra do Tarantino e que por todo o mundo havia sempre, em cada sala, dois actores contratados para fazerem aquele papel.
Inolvidável: O filme e a companhia!

7 de maio de 2007

Wish List de Fitas:

  • La Educación de las Hadas
De: José Luis Cuerda
Com: Ricardo Darín, Irène Jacob, Bebe
Género: Drama
Estúdios: Tornasol Films S.A.
ARG/ESP/FRA/POR, 2006, Cores, 103 min.
Porque se passa em Barcelona e tem a bela Irène Jacob.
  • Scenes of a Sexual Nature
De: Ed Blum
Com: Holly Aird, Eileen Atkins, Hugh Bonneville, Ewan McGregor, Mark Strong
Género: ComDra
Estúdios: Tin Pan Films
GB, 2006, Cores, 91 min.
Porque é Brit, tem o Ewan McGregor e a acção decorre no maravilhoso parque de Hampstead Heath.
Aceitam-se críticas e sugestões, se alguém já tiver visto.

29 de março de 2007

Passatempo Bloc Party com os dias contados

Sim, eu sei que não estou a oferecer um Seat Ibiza, entregue pelas mãos da Shakira, mas também não vos peço que liguem para um número de valor acrescentado. É só postarem um comment engraxador e estão aqui, estão no concerto. (também aceito dinheiro). Dia 01 será anunciado o nome eleito. Se não houver comments dou o bilhete ao Mitra a troco de DVDs da 3a série das Desperate Housewives. Já disse que o passatempo está a terminar?

25 de fevereiro de 2007

Menú para os Óscares:





Receita para a noite dos óscares:

1 Ristretto à meia-noite

1 Ristretto às 3 da manhã

1 Ristretto às 7 horas para conseguir abrir os olhos depois da sesta de duas horas!

23 de fevereiro de 2007

Coffee or Tea?




Ainda e sempre o chá, apesar da Nespresso, dos mochaccinos, dos caffe latte, dos macchiattos ...

Isto do chá e do café é como os bichos de estimação: há os que são mais cães e os que são mais gatos, os que não gostam de bichos e os indecisos, como eu, que gostam de café pela manhã e de chá o resto do dia.

Gostava de ter em Lisboa um Starbucks em cada esquina, para andar com o copo de papel térmico pela rua bebericando enquanto o autocarro para o bairro do fim do mundo não chega!