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14 de janeiro de 2009
23 de abril de 2008
Vi(d)a Pública
É sempre assim: Abro a caixa do correio e vejo-o, banco e verdinho com um "vêzinho" - o extracto da via verde! Todos os meses a mesma coisa. Ainda consigo enganar o extracto do Cartão de Crédito pagando em numerário, mas não me dá jeito parar nas portagens, para tirar o ticket (bilhete) e depois parar, novamente, para pagar, só para "eles" não me controlarem a vida e o saldo!
Todos os meses lá vem a história da minha vida escarrapachada, impedindo-me de esquecer todos aqueles sítios onde fui. E depois, a forma de débito, também ela sinistra e sempre presente, bocadinho a bocadinho, ao longo do mês: Agora tiram 65€, depois mais 42€, depois mais 71€. Tenho a sensação que se um dia deixar de andar de carro e passar a usar outros meios de deslocação que não incluam ir a pé, de patins, troinete ou de bicicleta (pois demoraria dias a chegar) a Brisa me telefona a saber se estou bem.
Ainda o extracto... No final, uma alegria, 2 parques de estacionamento: um das Amoreiras e outro (estupidamente caro, mas um oásis na cidade) do Chiado. Balanço final: No mês de Fevereiro/ Março saí inúmeras vezes em business e duas em pleasure!
PS1: É possível fazer 7 minutos da portagem da Coina até à ponte 25 de Abril, sem cometer infracções.
PS2: Sei que o título do post ficava mais apelativo se o "l" também estivesse entre parênteses, mas perdia-se a contextualização...
assim falou
Carla Ferreira de Castro
às
08:24
8
gritos
marcadores Constatações, Cuga Hits the Road
15 de abril de 2008
On the Road / On the Air
... Ou o meu encontro com o Oceano Pacífico
Percorrer quilómetros à noite é uma experiência boa para quem gosta do silêncio. À noite, numa auto-estrada do sul do país tudo é mutismo, interrompido brevemente pela ultrapassagem a um ou dois camiões de transporte de mercadorias. Mas tanto silêncio ao fim de um dia de trabalho, de forma repetida, também cansa. Sim há Cds, sim há dispositivos para sintonizar uma frequência desocupada e ouvir o Ipod, mas não, quando passa das 22 já não há paciência para procurar frequências, nem escolher um Cd.
Quem viaja na A6, a partir das 22h tem ao seu dispor poucas rádios - Antena 1, Antena 2, RFM , RR e Comercial - a partir de Montemor-o-Novo já se ouve a M80 e passando a saída para Setúbal já se sintoniza a Radar. Até lá é o deserto feito de rádios locais que não são nenhum oásis.
Ontem ouvi o Oceano Pacífico na RFM. Antigamente era a estação do slows que se gravavam em cassetes para levar para as festas de garagem… Hoje, ou melhor ontem, imaginem que ouvi Alphaville (Forever Young); Phill Collins (Against All Odds); Brian Ferry (Don’t Stop the Dance) e gostei. Claro que tudo tem limites e, esporadicamente, para evitar o vómito (Stings pós-police, Represas pós-Trovante e afins) tive de intercalar com Linkin Park (sim, confesso que gosto e sei de cor o Shadow of the Day e, ainda por cima, era apropriado ouvir o Minutes to Midnight) noutras rádios supracitadas.
Desisti, auditivamente exausta e farta de tanto zapping, perto da Ponte 25 de Abril e acabei por colocar o CD com a banda sonora do Kill Bill 2:
Percorrer quilómetros à noite é uma experiência boa para quem gosta do silêncio. À noite, numa auto-estrada do sul do país tudo é mutismo, interrompido brevemente pela ultrapassagem a um ou dois camiões de transporte de mercadorias. Mas tanto silêncio ao fim de um dia de trabalho, de forma repetida, também cansa. Sim há Cds, sim há dispositivos para sintonizar uma frequência desocupada e ouvir o Ipod, mas não, quando passa das 22 já não há paciência para procurar frequências, nem escolher um Cd.
Quem viaja na A6, a partir das 22h tem ao seu dispor poucas rádios - Antena 1, Antena 2, RFM , RR e Comercial - a partir de Montemor-o-Novo já se ouve a M80 e passando a saída para Setúbal já se sintoniza a Radar. Até lá é o deserto feito de rádios locais que não são nenhum oásis.
Ontem ouvi o Oceano Pacífico na RFM. Antigamente era a estação do slows que se gravavam em cassetes para levar para as festas de garagem… Hoje, ou melhor ontem, imaginem que ouvi Alphaville (Forever Young); Phill Collins (Against All Odds); Brian Ferry (Don’t Stop the Dance) e gostei. Claro que tudo tem limites e, esporadicamente, para evitar o vómito (Stings pós-police, Represas pós-Trovante e afins) tive de intercalar com Linkin Park (sim, confesso que gosto e sei de cor o Shadow of the Day e, ainda por cima, era apropriado ouvir o Minutes to Midnight) noutras rádios supracitadas.
Desisti, auditivamente exausta e farta de tanto zapping, perto da Ponte 25 de Abril e acabei por colocar o CD com a banda sonora do Kill Bill 2:
.... And when I arrive at my destination, I am gonna kill Bill...
(Ainda bem que cá em casa ninguém se chama Bill...)
assim falou
Carla Ferreira de Castro
às
08:53
2
gritos
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